As pessoas assistem novelas e comentam banalidades. Não que isso seja ruim. Ou bom. É apenas a visão daqui do meu camarote pessoal. Dessa maneira particular de ver as coisas.
Percebo que o cerco vai se fechando cada vez mais, aos poucos, me pegando pelo gogó, me falando alguma coisa parecida com: “ Peraí, porra!! Achou mesmo que passaria esse tempo todo despercebido???”
As pessoas precisam ter os culhões apertados em algum momento da vida. A faca na garganta, a granada com o pino quase solto, um fósforo aceso perto dos olhos, um balde de álcool próximo a um cigarro prestes a ser jogado no chão. Você não passa impune, acredite. Em algum momento tu precisa pagar, no mínimo, o condomínio desse solo pisado diariamente. Permutar sorrisos, miserar alegrias, não importa, vale até pagar o rabo, parece. É assim, paciência. Tem gente que tá pagando desde que se conhece por gente. Tem outros que nasceram herdando problemas. Assim como tem aqueles que chegam no mundo com uma plaquinha no pescoço: “ Quitado “. São poucos, mas tão poraê!! Mas esteja certo de que em alguma hora a conta passa por debaixo da porta e com o vencimento em curto prazo.
E eu aqui, tentando encontrar um meio termo. Tentando não pagar porra nenhuma porque simplesmente não me diverti até agora. Tentando negociar uma maneira plena e amistosa de se passar despercebido, ali no cantinho...
Alguns chamam isso de covardia ou “ atitude inconseqüente “. Eu to pouco me fudendo pra eles.
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Né isso não, garota!! São coisas pessoais, mas que nem sei de onde vieram. Identificações, saca?
Algumas pessoas, arrisco dizer que você se inclui nessa lista, acham isso " romântico" demais pruma vida que te cobra intensamente. Na verdade eu também acho.
Mas fazer o quê, né? Minha vida não deve valer muita coisa. E isso tá longe de ser uma reclamação.
Amém!!!


Um comentário:
boa reflexão.
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