O Amor é tudo mas não basta. Até o tapete sem você voou.... E não tem mais nada, negro amor. Nossa decadência explode como fogos de réveillon. Nosso respeito e carinho predominam. Mas só.... nossa conjunção de idéias reinam. Esqueçamos os mortos, “eles não levantam mais. O vagabundo esmola pela rua, vestindo a mesma roupa que foi sua...”
Meu mundo mesquinho não combina com o teu patético e sistemático. A sua liberdade européia comprada não deve nada a minha gratuita e com muito mais informações. A culpa não é dele e nem dela, são de ninguém. Deles mesmo: ninguém. As porventuras divididas com sorrisos de plásticos e almas moribundas que por aí vagueiam, se contradizem com palavrinhas pensadas antes de o sol nascer, em perdições que só quem é da noite sustenta.

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