Pensamentos foram feitos para serem pensados. Às vezes, viram palavras. Palavras foram feitas para serem ditas, assim como o ouvido foi feito pra – opcionalmente – ouvirmos. A mente foi feita para absorver a palavra ouvida, captar a essência e o teor adentrado e, baseado nisso, tomar decisões que somente serão feitas após os pensamentos sentarem, dialogarem, discutirem e decidirem qual decisão será tomada.
Livros foram feitos para serem lidos. Mulheres pra serem amadas. Músicas são feitas em duas mãos: a primeira é criada baseada em algo, em uma mensagem - muitas vezes sem um remetente fixo – conselhos ou experiências passadas. A segunda é para quem ouve, capta, absorve e põe todo cérebro para funcionar, repetindo tudo que foi dito acima.
Algumas músicas tiveram suas inspirações em alguns livros – que foram feitos pra serem lidos – ou em algumas mulheres, estas, criadas para serem amadas e cuidadas.
De vez em quando aparecem livros ou músicas doidas, sem sentido, sem noção. Sem mensagem, sem remetente ou sem base alguma praquela paranóia toda. Você até se pega pensando: "Porque tô ouvindo isso?". Ou: " Que livro é esse? Pra que?" .
Livros foram feitos para serem lidos. Mulheres pra serem amadas. Músicas são feitas em duas mãos: a primeira é criada baseada em algo, em uma mensagem - muitas vezes sem um remetente fixo – conselhos ou experiências passadas. A segunda é para quem ouve, capta, absorve e põe todo cérebro para funcionar, repetindo tudo que foi dito acima.
Algumas músicas tiveram suas inspirações em alguns livros – que foram feitos pra serem lidos – ou em algumas mulheres, estas, criadas para serem amadas e cuidadas.
De vez em quando aparecem livros ou músicas doidas, sem sentido, sem noção. Sem mensagem, sem remetente ou sem base alguma praquela paranóia toda. Você até se pega pensando: "Porque tô ouvindo isso?". Ou: " Que livro é esse? Pra que?" .
Acaba percebendo que não tem nada a ver com você.
Geralmente quando ouço estas, troco o dial, aperto forward ou, simplesmente, desligo e vou ler um livro – aquele que foi feito pra ser lido.
“ ...e o destino não quis, me ter como raiz, de uma flor de Liz...”
Geralmente quando ouço estas, troco o dial, aperto forward ou, simplesmente, desligo e vou ler um livro – aquele que foi feito pra ser lido.
“ ...e o destino não quis, me ter como raiz, de uma flor de Liz...”

Um comentário:
"...e o destino não quis, me ter como raiz, de uma flor de Liz..."
É o Djavan falando sobre sua filha que faleceu no parto, junto com sua esposa... Tudo sempre tem algum sentido, mas às vezes não estamos em sintonia com a pessoa que fala, escreve ou canta, aí não conseguimos entendê-la.
Abraços para você!
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