Pros frágeis de coração e não preparados psicologicamente, aconselho a não prosseguir mais com a devida leitura do texto.
O aviso está sendo dado.
Acordei de madrugada pra mijar. Meio sonolento, me encaminhei de olhos semi-cerrados ao local certo para o ato, como se a intenção fosse não perder o já combalido e raro sono. O efeito do remédio tomado algumas horas antes ainda fazia efeito, porém, não com a mesma intensidade que me fez chapotear no aconchego da minha cama.
Bom, onde quero chegar?
Quero chegar que ao colocar meu magistral e meiobarro-tijolo-amigo-do-peito-de-tantas-jornadas-pra-fora, pondo fim a vontade de urinar, me veio aquela deliciosa e irresistível vontade de coçar o cú.
Tendo a ciência do horário e de que todas as almas lá de casa adormeciam, não hesitei e dei aquela deliciosa e indescritível coçada.
Ahhh!! Que sensação boa. Salientemente a coçeira foi embora, o majestoso pingente colocado de volta em seu casulo e a mão devidamente ensaboada.
E antes que o sonolento bole furado voltasse a me invadir, fiquei pensando nestas simples e íntimas coisas que fazemos e que são extremamente deliciosas.
Quem nunca deu uma discreta coçadinho no cú?
Quem nunca experimentou uma deliciosa e singela penetrada de dedo no nariz, tendo a missão de expulsar totalmente aquela meleca que cismava ema trapalhar a respiração, e que após isso, voltou a puxar e soltar o ar livremente sem aquela blitz de contenção de poeira?
Quem nunca quando se viu a sós, deixou "inocentemente" escapar aquele flato leve, intenso mas que a deixou com aquela sensação de 18 quilos a menos, e maliciosamente viu nascer aquele sorriso no canto da boca de alívio e prazer?
Quem nunca após um humilde almoço acabou sem querer eructando de forma desprevenida e sim, sentiu-se agradamente aliviada?
Quem Nunca....
O relato acima é uma obra meramente fictícia. Quaisquer coincidências com a sua, a minha ou nossas vidas reais, tornam simplesmente ato de delírio por parte de quem se aflige.

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