Eu sempre fui assim, não adianta. Desde que me conheço como homem, vivo desejando todas as mulheres por quais eu cruzo. E depois que cruzo com elas... Não sei se é doença mas eu gosto de ser assim. E as mulheres também. Elas pedem, mesmo que inconscientemente, para que a fodam, a destruam no maior sentido do prazer. Elas se vestem para o sexo, o tempo todo. Freud estava certo. Ele afirmou que o sexo é instinto inconsciente em todos nós. Quando o ser humano vê alguém interessante, automaticamente ele pensa em sexo. Não adianta negar nem ser hipócrita. Sexo é bom, que mal há nele à ponto de ser um tabu entre as pessoas? Pura hipocrisia de gente que não assume o que deseja. Ainda mais pela cidade, estão todos espalhados, preocupados com suas reuniões e aparelhos de última geração. Maridos viajando em suas loucuras corporativas enquanto as esposas ficam à mercê dos outros machos que ficam à espreita de uma oportunidade. Eles trazem dinheiro pra casa mas esquecem de, também, vir com fúria corporal, com desejo de sexo, de amor, de carinho, afim de satisfazer suas companheiras. E depois? E depois reclamam ou, injustamente, a julgam com as mais baixas nomenclaturas quando elas ficam assim, ansiosas por uma bela e faminta rola. Somos humanos. E, independente de sermos homem ou mulher, possuímos desejos, fantasias, vontades, volúpias... E aí? E aí aparece alguém disposto a dar o melhor de si, a acompanhá-las nos momentos mais íntimos, de estar presente estrategicamente nas horas de carência, de se dedicar exclusivamente nas horas escondidas e elas acabam se entregando, mesmo que não num primeiro momento. Eu sou assim. Desde pequeno eu soube captar a essência feminina. Sempre soube absorver, capturar com um olhar o desejo ou a carência que delas era expelido. Não me considero um depravado ou pervertido, pelo contrário. Eu não saio por aí cantando ou falando besteira a qualquer mulher que passa. Eu possuo respeito e exigo o mesmo, que fique claro. Acontece que quando a gente gosta e é aficcionado por uma coisa, a gente acaba exalando isso. Meio que fica escrito na cara o quão gostamos de determinada coisa. Acredito que comigo aconteça isso. Eu não rotulo ou pré-julgo ninguém. Apenas exponho o que penso e gosto e na maioria das vezes a mulher sente interesse. Fazer o quê? O marido ou namorado não gosta mas eu e elas gostamos, entendeu? No fundo acho que até faço o bem. Entendo que relacionamentos são difíceis. Depois de um bom tempo de convivência, a coisa ou piora ou se acomoda. O cara já não liga pra mulher como antes por diversos motivos. A mulher vai sentindo-se desvalorizada, sentindo-se incapaz de despertar algo na pessoa com quem decidiu viver e acaba se acomodando. Se enfeiando e não percebendo isso. E aí a relação esfria sentimentalmente. Sexualmente, inexiste. É aí que entro pra salvar a relação. Com algo extra-conjugal, a mulher não se sente tão desvalorizada. Ela se sente desejada em determinados momentos e acaba não levando “problemas” nem estresses ao marido que, por sua vez, em determinado estágio de vida, só quer paz e arroz. Desse modo, acabo levando ( mesmo sem estar presente) paz às relações terceiras. E ainda tem nego que me acha vulgar e canalha?? Ah, vão se foder. Eu gosto disso mesmo e assumo. Eu amo. Eu adoro sexo. E elas também. Repito toda hora porque isso me faz bem, me acalma e me dá paz. Os executivos em suas reuniões desejam apenas lucro e cifras altíssimas. As esposas deles, desejam apenas um cartão de crédito ( que eles fornecem ) e uma boa e gostosa gozada ( nesse caso, fornecido por mim). É ou não é um bom negócio?? Elas pedem, volto a repetir. Elas gostam. Pedem que eu dê na cara delas. Eu capricho. Nada de porrada, apenas dosados e tentadores tapas que a deixam com aquela sensação de êxtase. Sentem-se dominadas, desejadas, devoradas, consumidas, consumadas....deliciam-se em mim enquanto me delicio nelas. É justo, concorda? Em meio a tanto caos urbano, tanta violência, as pessoas precisam trabalhar menos e gozar mais, porém, quem enxerga isso?? E aí, uma me recomenda pra outra, que passa meus desejos pra uma terceira, que me liga e marca de sair. Elas já sabem o que quero e já sabem também o que desejam. Com isso, não tem perda de tempo, coisa rara e sagrada hoje em dia. Elas pedem mais, pedem que eu as prove, experimente, lamba, chupe-as, sussurre, grite, aperte....elas querem viver, coisas que os relacionamentos atuais não permitem ou cerceam. Elas querem viajar. Desejam sentir-se damas, meninas, moças, puritanas, cachorras, piranhas, safadas, vadias. Sabem que não são e possuem potencial bem longe disso. Muitas também são executivas, possuem seus altos cargos e suas responsabilidades lá no topo. Mas (pra mim, graças a Deus), não esquecem que antes disso tudo são mulheres e assim como elas, possuem suas maiores fantasias e loucas vontades de se entregar de verdade pra alguém que não está nem aí pra pudores ou pré-julgamentos. Elas, assim como nós, possuem seus desejos e vontades acumuladas por essa sociedade pra lá de hipócrita onde o homem pode ter amantes e comer as amigas das amantes, inclusive. A mulher – tadinha – a mulher fica em casa com a barriga no tanque.Sociedade essa que tanto buscou a igualdade dos sexos que elas se descobriram e hoje estão aí. Pro que der, dar e vier. Hoje elas trabalham, malham, ensinam, lecionam, buscam as crianças no colégio, pagam contas e no fim dos dias também conseguem estar lá, com a barriga no tanque. A diferença é que atrás dela tem alguém mordendo seus ombros, puxando seu cabelo, passeando com a mão por suas coxas, costas, lambendo e provando cada cm daquele corpo que anseia relaxar. O homem deliciosamente esfrega sua barba na nuca dela, que arrepia. Ela fecha os olhos e sente a respiração dele, a língua encharcando seus ouvidos, enquanto um abafado gemido escapa da parte delas. As mãos do seu dono naquele momento descobrem suas partes mais íntimas, apertam sua cintura, sua bunda, mordem suas coxas, mordiscam seus seios, aperta, belisca, ele é voraz, guloso, tudo que ela é mais que ele. Ela não pensa em mais nada, apenas na louca vontade que está no momento. Ela já cumpriu o seu papel do dia. Ela já honrou os pgtos, colocou as crianças pra dormir, deu atenção (que não é recíproca ) ao marido, agendou e marcou reuniões. Agora ela tem tempo pra ser ela, ou melhor, dos desejos dela. Sem vergonha alguma...Ela anseia o momento que vai virar, morder e provar aquele cara. O momento em que vai ajoelhar e sem pudor algum, vai engolir por inteiro a pica por inteiro. Provando, saboreando, engolindo, esfregando na cara, batendo com ele no rosto, chupando o saco e repetindo esse processo por inteiro. Ela se sente molhada, encharcada e quer mais. Muito mais. Nem o marido na sala de casa a espanta. Foda-se ele no momento, fodam-se eles, ela e o cara que nesta altura esta abrindo as pernas dela e deliciosamente mordiscando a buceta que implora por algo mais. Foda-me, é o que pensa agora. Ele aperta sua bunda enquanto com a língua experimenta todos os sabores que ela à ele proporciona. Foda-se o mundo. Fodam-se eles, obviamente. Ela pensa no quanto as relações estão falidas e no quanto há tempos, ela deseja um momento como este. Ela se perde em meio à prazeres e devaneios. Ela pensa e não age, apenas geme com sofreguidão, quase chorando. Ela sofre de prazer, se afoga entre soluços, desejos e vontades. Ela não percebe, ela está entregue no exato momento em que ele penetra com toda força sua já não mais usada buceta. Há quanto tempo ela não sente algo do gênero? Há quanto tempo não sente essa coisa louca, essa sensação de sentir-se domada, usada, adorada e adorando? Ela sente a piroca desvirginá-la novamente. Ela não percebe mas já está de 4 na beira do tanque enquanto o cara soca gostoso nela, enquanto com uma mão a pega pelos cabelos e a outra castiga seu rabo com deliciosos e “ mais, bate mais, bate mais” tapas... Ela quer mais. Ela não quer mais nada. Ela ouve em alto e bom som: “ Geme sua vadia, geme. Era isso que vc queria. Rebola gostoso que vc queria isso, pica.”. Ela obedece, ela delira só com a sensação de obedecer. E ele não pára: “Vai piranha, sinta-se desejada enquanto te uso, te como, delicio-te e me dou prazer...” Ela desfalece, ela delira, ela voa, flutua...e nesse tempo enquanto flutua, mal percebe que já encontra-se de joelhos, com a boca aberta e com a cara toda lambuzada, jorrada, suja e inundada.... ela sorri, ela gargalha, ela desfalece de vez, ela se sente feliz, talvez como nunca tivesse se sentido na vida. E, em meio a esta felicidade, ela não percebe que seu homem foi embora e que tudo não passou de deliciosos momentos de desejos e fantasias em sua mente carente..... Eu sou assim, entende? Eu gosto de sexo. Elas gostam, elas desejam e eu também. Não me culpe por ser assim, digamos, imparcial com seus desejos e vontades mal-saciadas. Eu sou assim...